Estive a ver uma apresentação do Darren Hardy sobre a liderança no século 21. O vídeo (de uma hora) está no YouTube e intitula-se “21st Century Leadership Darren Hardy at VEMMA Convention 2013”
Diz Darren Hardy (muito resumidamente):
“…quais são os principais atributos de carater que você precisa para ser um líder do século 21? Quais são as competências, as poucas competências específicas que você vai querer dominar (…) para ser um líder do século 21?
Não é o capital financeiro, e o
capital humano
Não é competência económica, é a
inteligência emocional
Não é o controlo, é a colaboração
Não é hierarquia, é a rede de
colaboração
Não é desenvolver seguidores, é desenvolver
líderes
(…) aqui está o que um líder faz. Um líder serve de modelo para o comportamento a ser feito. Essa é a diferença para um chefe e um gestor. Um líder serve de modelo para o comportamento esperado. Ele mesmo faz primeiro o que ele quer que o seu pessoal faça (…). Darren Hardy
Dei por mim a refletir que esta é uma competência que sempre procuro desenvolver - dar o exemplo - mas existe um problema.
- Há profissionais que, simplesmente, não querem seguir
um exemplo.
Há profissionais que tem as suas
próprias convicções e nunca vão seguir o exemplo. Pelo menos não o vão seguir
na totalidade. Apenas com o exemplo, este tipo de profissional não vai mudar.
Este tipo de profissional é capaz de
afirmar que é o “melhor profissional de sempre” e que não compreende porque é
que lhe estamos a apontar falhas, mesmo quando lhe apresentamos as evidências do
seu fraco desempenho.
Um profissional assim não muda pelo
exemplo, ele tem de ser “obrigado” a mudar.
E se um líder não o consegue convencer a mudar,
este tipo de profissional vai contaminar toda a equipa. E perante este cenário, provávelmente só há uma solução... seguir outro caminho.
Fernando Barroso
